Após investigação Clésio Andrade defende capacitação de profissionais

Trabalhar como motorista de ônibus ou de caminhão pode ser uma paixão, mas também pode ser uma escapatória ao desemprego. Os horários alternativos e a necessidade de locomoção constante, símbolo de liberdade para uns, são também uma prisão que impedem que o profissional se capacite e busque um caminho melhor para sua carreira profissional.

Clésio Andrade

De olho nisso, o SEST SENAT lançou 16 cursos completamente gratuitos, e voltados para profissionalizar e capacitar quem ganha a vida na estrada. Indo desde a Gestão de Projetos ao manuseio de cargas frigorificadas, os cursos de gestão e profissionalização prometem revolucionar a vida e o orçamento de muitas famílias.

Clésio Andrade defende modernização

Segundo Clésio Andrade, presidente da CNT, entidade mãe do SEST SENAT, “os novos cursos a distância devem contribuir para o aumento da empregabilidade do trabalhador do transporte e de seus familiares”.

Para Clésio Andrade, desenvolver o profissional é desenvolver também o mercado e o Brasil.

Gratuitos e sem obrigação de horário, os cursos exigem somente conexão à internet. As inscrições podem ser feitas a online no site ead.sestsenat.org.br.

Lista dos cursos de gestão:

  • Administração de Materiais
  • Administração de Pessoas
  • Desenvolvimento de Lideranças
  • Ética e Relacionamento no Trabalho
  • Fundamentos da Administração de Pessoal
  • Gestão de Projetos
  • Introdução à Informática
  • Introdução às Rotinas Financeiras de uma Empresa de Transporte
  • Liderança – O que Você Precisa Saber
  • Lógica e Criatividade
  • Manuseio de Cargas Frigorificadas
  • Noções de Almoxarife
  • Oratória
  • Organizando uma SIPAT
  • Produto, Marca e Serviço
  • Qualidade de Vida no Trabalho

Clésio Andrade defende investigação de erros e pacto pelo desenvolvimento nacional

A crise econômica agravou a crise política, que piorou a crise econômica, e assim por diante. Reflexo de uma eleição traumática, cercada por denúncias de corrupção e um governo natimorto, o segundo mandato da presidente deposta Dilma Rousseff falhou no que seria a única chance de reverter a crise financeira que afundou o país: a formação de um pacto pelo desenvolvimento nacional.

Segundo Clésio Andrade, ex-senador e presidente da Confederação Nacional do Transporte, soma-se a esse cenário de incerteza o fato de surgir investigação atrás de investigação ao longo de 2015 e 2016. Em todas elas surgiam denúncias de corrupção envolvendo o governo. O segundo mandato de Dilma surgiu e murchou, levando junto todo o país.

Clésio Andrade

Investigação de erros pelo bem do Brasil

Os transportadores do Brasil, desde 2014, já previam anos difíceis pela frente. Crise em 2015 e 2016, crescimento só em 2017. A profundidade da corrosão política gerada pela investigação da Lava-Jato, entretanto, mostrou um buraco ainda mais fundo em Brasília, e agora o setor e Clésio Andrade só acreditam em crescimento de fato em 2018. O país já voltou a caminhar, mas o passivo negativo é muito grande para ser recuperado no curto prazo. É preciso que seja feita uma investigação dos erros dos governos anteriores, para que não se cometa os mesmos equívocos pela segunda, terceira ou até mesmo quarta vez.

Na opinião de Clésio Andrade, que conhece bem a política em detalhes pelo tempo que foi vice governador de Aécio Neves, “faz-se necessário um pacto nacional entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil, a fim de implementar ações eficazes para que contornemos os efeitos da crise e voltemos ao caminho do desenvolvimento”.

Traduzindo as palavras bonitas de Clésio Andrade, é preciso que Brasília crie uma ponte para o futuro ligando o Palácio da Alvorada às indústrias e nossa sociedade. Isso era impossível com Dilma Rousseff, mas agora com Michel Temer, já estamos vendo os pilares da construção.

Desvio de 20 milhões é crime grave a ser punido, segundo Clésio

Entre 2011 e 2012, ao menos quatro ex-dirigentes do SEST SENAT, instituição pertencente à Confederação Nacional do Transporte, cometeram o desvio de 20 milhões de reais. O crime foi descoberto em setembro de 2014 pela Procuradoria Geral de Justiça do Brasil, conhecida como Ministério Público Federal.

Inicialmente a investigação apontou Clésio Andrade como suspeito, mas isso já foi descartado. Afastado da presidência da CNT desde abril daquele ano, Clésio Andrade voltou de férias para prestar esclarecimentos à polícia, e colaborar com as investigações que apuram o desvio dos 20 milhões.

Clésio Andrade

Clésio Andrade ajuda a esclarecer desvio de 20 milhões

Em depoimento à imprensa após sair da delegacia, Clésio Andrade deixou clara a disposição de colaborar com a justiça. “O que posso adiantar é que como presidente da Confederação Nacional do Transporte, estou licenciado desde abril e no dia de hoje reassumo minhas funções, determinando uma sindicância interna para apurar que se tido isso (desvio de 20 milhões) os diretores possivelmente investigados sejam afastados até a apuração final”.

Clésio Andrade está na presidência da CNT desde 1993, depois de passar cinco anos à frente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte e mais seis na presidência da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, a NTU, criada por ele. O ex-senador é apontado pelos presidentes das federações estaduais, e também pelos sindicatos do transporte e empresas de todo país como o grande responsável pela modernização e reconstrução da entidade.

Ex-senador Clésio Andrade acredita que crise está passando

A quantidade de cargas transportadas é um indicador eficaz se o país vai bem ou não. Antes da crise econômica pegar com força, quando a ex-presidente Dilma Rousseff ainda negava sua existência, especialistas já afirmavam, com base no vai e vem de caminhões, que o buraco em que estávamos era fundo.

Clésio Andrade

Especialista em transporte e também em governo, já que é ex-senador e ex-vice governador de Aécio Neves, Clésio Andrade acredita, assim como empresários do setor de transporte de cargas, que o pior já passou.

“Apesar das muitas dificuldades e dos inúmeros desafios a serem enfrentados, ao ouvir os transportadores, identificamos que há um moderado otimismo para os próximos anos, o que pode ser entendido como reflexo da maior confiança no novo cenário político do país. Com o atual governo, acreditamos que poderemos viver um novo momento. Estamos certos de que o presidente Michel Temer levará adiante o ajuste fiscal necessário – aprovando a proposta de limitação dos gastos públicos e realizando reformas estruturantes, como a reforma previdenciária e trabalhista”.

Renúncia para ter acesso à justiça, de fato, justa

Forçado à renúncia para se defender de ataques do ex-governo petista no caso do mensalão, Clésio Andrade conhece bem o mal que a investigação soviética do antigo governo em seus opositores, como os antigos dossiê dos aloprados. Em um ambiente assim é impossível fazer negócios. Os novos ares da política brasileira, e a melhora nos indicadores econômicos, entretanto, mostram que o Brasil voltou a ser um lugar atrativo para empreender e fazer negócios.

Clésio Andrade: investigação desde 2014 alerta sobre estradas ruins

Clésio Andrade

Em artigo publicado pela revista CNT de novembro de 2014, Clésio Andrade já alertava para a situação ruim das estradas brasileiras e o risco que elas representam para a sociedade brasileira. Somente no ano de 2013, e só nas rodovias mantidas pela administração da então presidente Dilma Rousseff, mais de 8 mil pessoas perderam a vida em 180 mil acidentes de trânsito.

CNT: Investigação anual aponta sempre os mesmos problemas

A Confederação Nacional do Transporte, presidida por Clésio Andrade, conduz uma investigação anual sobre a situação das estradas brasileiras. Em 2014, foram detectados problemas em 60% dos trechos analisados. Em 2016, esse número diminuiu muito pouco, abaixando para 58,2%. Em dois anos, a melhora não é o bastante sequer para ultrapassar a margem de erro da pesquisa.

Sem poder prever o impeachment da presidente Dilma, quando ainda nem se falava na possibilidade de renúncia, o ex-senador apostou em seu artigo que a ex-presidente faria um pacto em torno da infraestrutura. Isso não foi feito, e brasileiros continuam a morrer diariamente nas estradas federais, estaduais e também nas péssimas ruas mantidas pelas prefeituras. Além disso, não foram feitos investimentos em hidrovia, ferrovia e nem em outros modais de transporte. Em documento elaborado pela CNT naquele ano, Clésio apontava a necessidade de investimento de mais de R$ 1 trilhão para acabar com todos os problemas.

Infelizmente os problemas devem permanecer os mesmos nos próximos anos, e a situação nas rodovias mais críticas, como a BR-262, BR- 251, BR-116 e BR-135, deve se repetir no próximo estudo, a ser publicado em 2017.

Ex-senador critica renúncia de gastos do governo federal

A crise financeira continua afetando o setor de transporte brasileiro. Em um balanço feito pela Confederação Nacional do Transporte, disponibilizado no Economia em Foco sobre o ano passado, a situação do setor de logística, já muito ruim devido à crise, piorou ainda mais devido ao total abandono em relação às rodovias e estradas nacionais.

Clésio Andrade

O alerta já vinha sendo feito há algum tempo por Clésio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte. Se não fosse aumentado o investimento público nas estradas e outros modais de transporte, a economia como um todo sofreria. A população com os buracos, e os empresários com a péssima qualidade da malha asfáltica brasileira. Em um período de crise, o aumento de custo com manutenção e derivados corrói a lucratividade das empresas. Preocupa o número de caminhões encostados nos pátios, seja por problemas mecânicos, ou por ociosidade.

Ex-senador Clésio Andrade critica governo federal após investigação

“O governo federal, apesar do esforço em quitar suas dívidas (pagamento de Restos a Pagar) referentes aos investimentos em infraestrutura de transporte, não foi capaz de viabilizar as intervenções necessárias para modernizar, expandir e melhorar a sua qualidade”.

Segundo a investigação feita pela CNT, presidida pelo ex-senador Clésio Andrade, dos R$ 11,54 bilhões pagos pelo governo Dilma Rousseff e pelo governo Michel Temer, apenas 39% se referem a obras novas. Todo o resto, infelizmente, é para pagar dívidas antigas: o famoso restos a pagar.

Clésio Andrade: Renúncia de investimentos preocupa setor

Um dos maiores especialistas em transporte e infraestrutura do país, Clésio Andrade defende anualmente o aumento do empenho público para a expansão do modal de transporte brasileiro. Com 58% das estradas e rodovias brasileiras apresentando algum tipo de problema, como buracos, sinalização deficiente ou mesmo problemas estruturais, a necessidade de investimentos não é só lógica, como uma questão de sobrevivência.

Clésio Andrade

A Confederação Nacional do Transporte, presidida pelo ex-senador Clésio Andrade, fez uma investigação sobre o montante gasto pelo governo federal na conservação e ampliação de rodovias, portos, trilhos e derivados. Devido à crise econômica, a situação, como era de se esperar, é aterradora.

Renúncia em investir custa caro ao país

Em 2016, segundo ano de recessão severa, foram gastos R$ 11,5 bilhões no setor de transportes. Se aplicada a correção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, esse é exatamente o valor empenhado em 2007. Em 2010, era de ouro da economia brasileira pós ditadura militar, o volume de investimentos foi superior a R$ 20 bilhões.

“As péssimas condições de infraestrutura de transporte do Brasil, principalmente a rodoviária, são consequência dos poucos investimentos ao longo dos anos”, lamentou Clésio Andrade em entrevista à imprensa especializada. “O Brasil precisa realizar fortes investimentos em infraestrutura para alavancar a economia. Mas é preciso oferecer segurança jurídica aos investidores”.

Os passos do novo governo, que conseguiu aprovar a PEC do Teto e da previdência, parecem levar o país nessa direção.