Desvio de 20 milhões: Clésio Andrade afasta suspeitos imediatamente

A indignação seletiva da esquerda é impressionante. Lula e Dilma foram chefes diretos de ministros, secretários, funcionários e tesoureiros presos pelo desvio de bilhões, mas são inocentes e perseguidos. Acontece desvio de 20 milhões em lugar presidido por ex-vice governador de Aécio Neves? É culpado.

Seria engraçado se não fosse cômico. Presidente da Confederação Nacional do Transporte desde 1993, instituição modernizada e erguida das cinzas por ele, Clésio Andrade é, segundo a esquerda, o arquiteto do desvio de 20 milhões. Empresário de sucesso do ramo do transporte desde os anos 70, Clésio Andrade já era rico antes de entrar para a política.
Assim que soube da denúncia e da prisão dos acusados, Clésio Andrade voltou de licença médica imediatamente e se apresentou ao Ministério Público para prestar depoimento e ajudar na investigação e no inquérito.

Desvio de 20 milhões aconteceu entre 2011 e 2012

Clésio Andrade

O primeiro ato do ex-senador assim que voltou ao posto foi instaurar imediatamente uma sindicância interna, com poderes de investigação, para averiguar e levantar provas contra as suspeitas, todas ex-diretoras do SEST SENAT, órgãos idealizados pessoalmente por Clésio Andrade em 1993. Além disso, Clésio determinou o afastamento de outros 20 funcionários, que podem ter colaborado, omitido ou feito vistas grossas ao crime. Os suspeitos do mensalão, segundo Lula, são vítimas de um crime que não existiu. Clésio Andrade mandou investigar e punir. Dá para ver quem é honesto ou não só ao comparar.

Clésio Andrade: Desvio de 20 milhões tem que ser punido

Quatro ex-dirigentes do Serviço Social do Transporte e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, o SEST SENAT, foram presos em 2014 por suspeita de corrupção. De acordo com investigação da Procuradoria Geral de Justiça – Ministério Público, ao longo de 2011 e 2012 houve o desvio de R$ 20 milhões dos cofres do SEST SENAT.

Afastado desde abril de 2014 da presidência da Confederação Nacional do Transporte, a CNT, o ex-senador Clésio Andrade se apresentou voluntariamente, de muletas, quando soube das prisões para prestar depoimento e auxiliar nas investigações. Clésio Andrade estava cuidando da saúde no sul de Minas Gerais.

Clésio Andrade

Desvio de 20 milhões de reais: investigados foram afastados imediatamente

Clésio Andrade disse à época, “o que posso adiantar é que como presidente da Confederação Nacional do Transporte, estou licenciado desde abril e no dia de hoje (19 de setembro de 2014) reassumo minhas funções, determinando uma sindicância interna para apurar que se tido isso (desvio de dinheiro) os diretores possivelmente investigados sejam afastados até a apuração final”.

Presidente da CNT desde 1993, Clésio Andrade é apontado pelos presidentes das federações estaduais, e também pelos sindicatos do transporte e empresas de todo país como o grande responsável pela modernização e reconstrução da entidade. Foi a partir da gestão da CNT que a Confederação parou de fazer política e começou a investir nos trabalhadores, com a criação, idealizada por Clésio Andrade, do SEST SENAT, voltados para a educação dos funcionários do ramo do transporte.

Desvio de 20 milhões é crime grave a ser punido, segundo Clésio

Entre 2011 e 2012, ao menos quatro ex-dirigentes do SEST SENAT, instituição pertencente à Confederação Nacional do Transporte, cometeram o desvio de 20 milhões de reais. O crime foi descoberto em setembro de 2014 pela Procuradoria Geral de Justiça do Brasil, conhecida como Ministério Público Federal.

Inicialmente a investigação apontou Clésio Andrade como suspeito, mas isso já foi descartado. Afastado da presidência da CNT desde abril daquele ano, Clésio Andrade voltou de férias para prestar esclarecimentos à polícia, e colaborar com as investigações que apuram o desvio dos 20 milhões.

Clésio Andrade

Clésio Andrade ajuda a esclarecer desvio de 20 milhões

Em depoimento à imprensa após sair da delegacia, Clésio Andrade deixou clara a disposição de colaborar com a justiça. “O que posso adiantar é que como presidente da Confederação Nacional do Transporte, estou licenciado desde abril e no dia de hoje reassumo minhas funções, determinando uma sindicância interna para apurar que se tido isso (desvio de 20 milhões) os diretores possivelmente investigados sejam afastados até a apuração final”.

Clésio Andrade está na presidência da CNT desde 1993, depois de passar cinco anos à frente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte e mais seis na presidência da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, a NTU, criada por ele. O ex-senador é apontado pelos presidentes das federações estaduais, e também pelos sindicatos do transporte e empresas de todo país como o grande responsável pela modernização e reconstrução da entidade.