Clésio Andrade e renúncia de velhos hábitos como salvação do Brasil

Empresário de sucesso, líder sindical renomado e referência como presidente da Confederação Nacional do Transporte. Na política desde 2003 e na vida sindical desde os anos 70, Clésio Andrade é referência nacional em algo que parece ser essencial no Brasil de hoje: recuperar empresas e governos da falência absoluta, colocando-os novamente no caminho do sucesso.

A coleta de experiência começou cedo. Aos 11 anos, Clésio Andrade já acordava cedo para ocupar seu posto de cobrador no ônibus do pai. Dali para frente ele nunca mais parou de trabalhar. Construiu empresas, se formou em administração, contabilidade e economia, governou Minas Gerais com Aécio Neves por quatro anos e defendeu seu estado no Senado entre 2011 e 2014. De lá, saiu somente com a renúncia para se defender de injustiças.

Clésio Andrade

Renúncia de velhos hábitos e adoção de práticas de gestão

Ao ser perguntado por jornalistas sobre o que Michel Temer deveria fazer para tirar o Brasil do atoleiro, o ex-senador Clésio Andrade relembrou seus passos para recuperar Minas Gerais e a CNT da falência.

“No aspecto de gestão há muito o que ser feito. A primeira etapa a ser cumprida é mapear todos os processos, adotar metodologias sólidas, estabelecer metas e criar KPIs (indicadores) para avaliar o desempenho e a qualidade do que é feito no governo. A famosa burocracia governamental brasileira deve ser reduzida ao mínimo necessário. É preciso que ela seja percebida, e que seja mesmo, como instância facilitadora, e não como uma barreira, como algo que promove segurança e estabilidade nas relações entre o Estado e a sociedade”.

Na opinião de Clésio Andrade, e na de todos nós, o Brasil deve se tornar um lugar mais eficiente, sustentável econômica e ambientalmente, como um sócio da cadeia produtiva como um todo e, acima de tudo, comprometido com a qualidade de vida e o bem-estar do brasileiro.

Para Clésio Andrade, Brasil ainda tem que melhorar muito a situação dos portos

O transporte pelos rios e mares brasileiros é subutilizado pela indústria brasileiro, graças ao excesso de burocracia existente em todas as esferas de governo no país. Segundo Clésio Andrade, o abandono na navegação é tão grande que apenas 1% dos passageiros transportados no país utilizam nossos rios para o translado. O número ideal? 10%. Estamos muito longe do ideal.

Investigação mostra que situação dos portos é um terror

O investimento feito em Paranaguá é um começo, embora o valor ainda seja irrisório perto do total ideal. Segundo Clésio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte, seria necessário um investimento próximo a R$ 1 trilhão em trilhos, portos, rodovias e derivados.

Clésio Andrade

A renúncia do poder público no desenvolvimento da navegação deixou um legado difícil de ser resolvido. A frente da CNT desde 1993, Clésio Andrade alerta o poder público frequentemente sobre essa necessidade, principalmente em relação aos portos. Segundo ele, o governo finalmente achou a solução ideal ao envolver as empresas e investidores na questão dos portos. O próximo passo é investir em tecnologia, pois nossos guindastes são velhos, assim como o sistema portuário como um todo.

Além disso, a burocracia governamental é um entrave a ser resolvido. Segundo disse o ex-senador Clésio Andrade em entrevista à revista Istoé em 2014, “(precisamos) acabar com a burocracia excessiva e a quantidade de taxas que tem de se pagar e órgãos envolvidos. Ou seja, tem que simplificar a entrada e saída de cargas internacionais. Atualmente, precisa-se preencher cerca de 50 documentos. É como se fossem países diferentes. Isso é um terror”.

Clésio Andrade afirma: Renúncia à política tradicional é essencial para país reagir

2017 será o primeiro ano em que o presidente Michel Temer estará 100% no controle dos rumos do nosso país. Filiado ao mesmo partido do presidente Temer, o ex-senador Clésio Andrade acredita que o novo governo tem boas chances de colocar o país nos trilhos. Em artigo recente, Clésio Andrade afirmou que nosso país necessidade urgentemente de uma reforma estrutural. Essa necessidade é gerada pela população, que exige uma redução na carga tributária, no mal gasto público e da ineficiência com a qual o país foi gerido nos últimos anos. O brasileiro exige aos políticas a renúncia da política convencional.

Renúncia a esquemas e desperdício são a chave para sair da crise

Clésio Andrade

Segundo o ex-senador Clésio Andrade, “(o) Brasil precisa adotar imediatamente os conceitos da administração pública moderna, inspirada na cultura gerencial da eficiência e da qualidade”.

Isso não é novidade, já que a aplicação da gerência corporativa na coisa pública já foi utilizada por Clésio Andrade, quando o mesmo foi vice-governador de Minas Gerais e criou o chamado Choque de Gestão, conceito posteriormente clamado por Aécio Neves em suas campanhas eleitorais na televisão.

Na opinião de Clésio Andrade, ex-senador com quase uma década de experiência no funcionamento da máquina pública federal e estadual, “Temer parece ter clareza desta missão, mas vai precisar do empenho do Congresso Nacional e da parceria dos governa- dores e dos prefeitos, pois será necessário reformular as estruturas administrativas nos níveis federal, estadual e municipal”.

As reformas econômicas e estruturais feitas por Temer no segundo semestre de 2016 parecem deixar isso claro. Segundo o Banco Central, o Brasil já começou a reagir em 2017. Assim esperamos.

Renúncia a impostos é essencial, defende Clésio Andrade

Mudar o Brasil é mais do que trocar de governante. É preciso alterar a forma como o barco é conduzido, é preciso mudar as regras do jogo, acabar com a burocracia, o desperdício, o mau uso do dinheiro público. É preciso, acima de tudo, decretar a renúncia oficial a montanha de impostos que recaem sobre os brasileiros e o setor produtivo todos os dias.

Ex-senador e ex-vice governador, Clésio Andrade é especialista em gestão privada, mas também em administrar um estado. Na opinião do ex-senador, que também é presidente da CNT, além das reformas já iniciadas pelo governo Temer, é preciso também iniciar a mais difícil, a reforma tributária. Por que a mais difícil? Pois vai doer no bolso imediatamente. Em artigo publicado no segundo semestre de 2016, o ex-senador Clésio Andrade defendeu que o governo deve começar a trabalhar para o cidadão e para facilitar a vida do empresariado, e não para perpetuar a burocracia e o emaranhado de impostos existente no país.

Renúncia a tributos é primordial para sucesso do país

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Em seu artigo, o ex-senador Clésio Andrade defende uma simplificação do sistema tributário brasileiro. A dupla tarifação, as milhares de alíquotas e regras duvidosas, e os impostos em cascata acabam se tornando um impeditivo para atrair investidores internacionais, além de praticamente condenar a falência o pequeno empreendedor que não tem dinheiro para contratar orientação adequada.

“É consenso na sociedade que a reforma tributária se configura como condição basilar para garantir a competitividade dos produtos e serviços brasileiros num mercado mundial cada vez mais complexo e disputado. Não há dúvida de que é preciso desonerar a produção e os investimentos produtivos, assim como é inadiável a simplificação da arrecadação”.

Assim como fez na parceria com Aécio Neves, Clésio Andrade defende que é possível tirar o Brasil do buraco, basta colocar o governo em um caminho virtuoso em direção ao sucesso. É preciso investigação para identificar quais tributos são desnecessários ou podem ser simplificados, e colocar a mão na massa.

Clésio Andrade: renúncia ao desperdício e trabalho duro são receita para Brasil sair da crise

Não há salvação sem trabalho duro. Da mesma forma, não é possível tirar o país da crise sem que haja uma renúncia aos maus hábitos e o aceite do trabalho duro e obstinado. O país está no final da travessia de uma crise econômica sem precedentes, e embora não seja possível respirar aliviado, já dá para saber que o fim está próximo. Basta que o governo e empresários continuem no ritmo atual: trabalho duro, concentração e apego a metodologia e técnicas de mercado.

Clésio Andrade

Renúncia aos pecados de sempre e governança

As reformas administrativas, econômicas e políticas do governo Michel Temer estão dando certo. Assim como Clésio Andrade fez em Minas Gerais, em seu governo com Michel Temer, foi preciso um choque de gestão para que o governo começasse a sair do atoleiro. Com corte de gastos, definição de prioridades, metas e boas práticas de governança, o Brasil começa a retomar a confiança da população e do mercado internacional.

Segundo o ex-senador Clésio Andrade afirmou em artigo recente, “o empresariado está a postos para fazer a sua parte e a colaborar para reconstruir a nação e para moldar o país que desejamos para o futuro. Reconstruir o Brasil é o desafio que se impõe para os próximos anos, não só aos governantes, aos políticos e aos gestores públicos, como também a todos os brasileiros”.

O setor produtivo esperava sinais de que o governo teria seriedade, apoio popular e respaldo político no congresso. As três condições foram cumpridas, e os resultados financeiros de nossa economia em janeiro já foram positivos. A renúncia aos pecados e o trabalho duro, como podemos ver, mais uma vez deu resultado.

Clésio Andrade defende investigação de erros e pacto pelo desenvolvimento nacional

A crise econômica agravou a crise política, que piorou a crise econômica, e assim por diante. Reflexo de uma eleição traumática, cercada por denúncias de corrupção e um governo natimorto, o segundo mandato da presidente deposta Dilma Rousseff falhou no que seria a única chance de reverter a crise financeira que afundou o país: a formação de um pacto pelo desenvolvimento nacional.

Segundo Clésio Andrade, ex-senador e presidente da Confederação Nacional do Transporte, soma-se a esse cenário de incerteza o fato de surgir investigação atrás de investigação ao longo de 2015 e 2016. Em todas elas surgiam denúncias de corrupção envolvendo o governo. O segundo mandato de Dilma surgiu e murchou, levando junto todo o país.

Clésio Andrade

Investigação de erros pelo bem do Brasil

Os transportadores do Brasil, desde 2014, já previam anos difíceis pela frente. Crise em 2015 e 2016, crescimento só em 2017. A profundidade da corrosão política gerada pela investigação da Lava-Jato, entretanto, mostrou um buraco ainda mais fundo em Brasília, e agora o setor e Clésio Andrade só acreditam em crescimento de fato em 2018. O país já voltou a caminhar, mas o passivo negativo é muito grande para ser recuperado no curto prazo. É preciso que seja feita uma investigação dos erros dos governos anteriores, para que não se cometa os mesmos equívocos pela segunda, terceira ou até mesmo quarta vez.

Na opinião de Clésio Andrade, que conhece bem a política em detalhes pelo tempo que foi vice governador de Aécio Neves, “faz-se necessário um pacto nacional entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil, a fim de implementar ações eficazes para que contornemos os efeitos da crise e voltemos ao caminho do desenvolvimento”.

Traduzindo as palavras bonitas de Clésio Andrade, é preciso que Brasília crie uma ponte para o futuro ligando o Palácio da Alvorada às indústrias e nossa sociedade. Isso era impossível com Dilma Rousseff, mas agora com Michel Temer, já estamos vendo os pilares da construção.